
Sempre que revejo um qualquer filme de Malick assaltam-me desejos de ir viver para o campo. Esteja o campo em guerra, invadido por uma praga de gafanhotos ou com casais assassinos à solta. Tudo me parece melhor que viver num cenário de betão armado forrado a plástico, qual soldadinho de chumbo ou figura da Playmobil.