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20110706

wireless surprise


Big Deal at Wireless Festival, 3rd July 2011


celebration time

Pulp at Wireless Festival, 3rd July 2011

20110511

deus existe



Galeria Zé dos Bois • 21 de Julho

20110503

this is hardcoura

28 de Junho de 1998. Glastonbury. Três dias depois os Pulp tocavam no Porto. Naquele que, ainda hoje, se mantém no meu top 5 dos melhores concertos a que já tive a sorte de presenciar. 18 de Agosto de muitos anos depois, o reencontro. Aleluia!


(vídeo começa aos 43 segundos)

20110110

sala de espera


20101221

resumo da matéria circense (capítulo dois mil e dez)

Photo by Susana Pomba

1. The Drums, Lux
2. Pavement, Primavera Sound
3. Little Claw, Associação de Acção de Reformados do Barreiro
4. Pop Dell'Arte, Musicbox
5. Heavy Trash, Lux
6. Harlem, Primavera Sound
7. Os Golpes, Convento das Bernardas
8. Greg Dulli, Santiago Alquimista
9. Linda Martini, Super Bock em Stock
10. Sonic Youth, Coliseu dos Recreios

20101211

20101115

coming soon

20101113

thank you, goodnight!

vasco pereira @ festivaispt

20101112

sim, foi memorável

20101109

rock para gente sentada

O público acordou tarde mas ainda a tempo para o concerto de uma banda a preto e branco, tão enérgica quanto limitada. Mas, duas horas mais tarde, dois encores e ouvidos a zumbir, a memória que fica é positiva. Amanhã, no mais adequado palco do Hard Club, será certamente melhor. Mesmo que um dos membros dos Black Rebel não saia de palco em lágrimas como aconteceu hoje.

20101106

conselho útil

Quando terminar um concerto, o melhor é aguardares meia-hora e ver o que acontece [ontem, por exemplo, o que aconteceu foi uma jam session surpresa de uma hora com guitarristas de Sun Araw e bateria que ia mudando de mãos... e até Scout Niblett se juntou à festa. E que bela versão do Range Life, dos Pavement, por lá se tocou. E que pena eu tenho de não ter gravado tal versão.]



[as minhas desculpas pela má qualidade sonora do vídeo]

20101008

andré passarinho

Embalsamado em disco, Andrew Bird ainda consegue ter algum interesse. Mas, ao vivo, não é pássaro para grandes voos. No entanto, e tendo em conta tão simpática ovação final a que se assistiu na Aula Magna, a minha opinião é solteira... porém boa moça. Acrescento ainda que, cá para mim, as ovações de pé, cada vez mais habituais nos concertos na Aula Magna, são apenas um sintoma de que as pessoas detestam estar sentadas tanto tempo em tão desconfortáveis cadeiras. Ou apenas sentadas num concerto ponto final. Nem sei bem como vai ser ver ali os Black Rebel Motorcycle Club.

20101001

noite de paixão e fúria

Ou a passagem de testemunho, num regresso em grande de Rui Pregal da Cunha, quando é chegada a hora de dar lugar aos novos: Os Golpes, no Convento das Bernardas, numa noite de Paixão e Fúria. Tocam como se fosse a primeira e última noite. E assim nascem as noites únicas.

20100924

peste dell'arte

Em 2010 os Pop Dell'Arte continuam a ser a melhor banda portuguesa // chega a ser triste, se não trágico, ver uma banda que merecia o mundo e arredores, ficar-se apenas pelos arredores do mundo // em 2010 João Peste já não é Deus, pois Deus morreu e Peste ainda vive // em 2010 o país vive dividido entre os que gritam Arriba Avanti e os que sussurram Chupa Aqui... os Pop Dell'Arte já o fazem há muito // hoje, por uma noite que seja, algures no Cais do Sodre, os Pop Dell'Arte foram a melhor banda do mundo...

20100604

prima vera: days & nights


A ideia era escrever sobre cada um dos dias e noites do Primavera, mas, entretanto, chegou cá a casa o disco dos The Drums e já fui ao chinês comprar uma piscina, calções de banho versão anos 70 vários números abaixo daquilo que a minha barriga pede e irei passar as próximas 72 horas no telhado aqui do prédio a ouvir o disco até que o patrão me chame segunda pela manhã. Por isso, fica apenas um top para minha memória futura de um sonho a que tentarei regressar daqui a um ano. Mas agora, se me dão licença, vou encher a piscina, vestir os calções, fazer um cocktail bastante colorido e... telhado!

1. Pavement
2. The Drums
3. Harlem
4. The Smith Westerns
5. Japandroids
6. Crocodiles
7. No Age
8. Thee Oh Sees (versão palmeiras)
9. Best Coast
10. Dum Dum Girls

Menções Honrosas: para últimos 10 minutos de Here We Go Magic e The Charlatans
Menção Horrorosa: para a desilusão (em dose dupla) dos Ganglians
Pontas soltas positivas: Beak>; Titus Andronicus; The XX

Agradecimentos: Peter, Mr Dias, Charlie du Pop, Miss Leonor, jovem Reis, Lúcia "vivó FCP" Nunes, gémeas de Tenerife

20100603

prima vera: intro

Ir a um festival como o Primavera Sound é como iniciar uma relação íntima com uma top-model ninfomaníaca – chamemos-lhe Vera, prima Vera para sermos mais exactos – um sonho para o qual receamos poder não ter pedalada. Mas, juntando-se a oportunidade ao desejo, quem diria que não a tal oportunidade?

As primeiras horas vivem-se com curiosidade, deslumbramento, excitação e alguma intimidação, incapazes de prestar a devida atenção a palavras e gestos nos seus pormenores. Adivinhamos as melodias em fundo, sabendo da sua presença, e ainda que atentos e concentrados a tudo em redor, é tarefa impossível a de nos concentrarmos num único ponto. Leva tempo a que a nossa atenção se concentre num qualquer palco que seja.

Para além disso, a prima Vera, formosa como é, tem muitos amigos. E só depois de colocada a conversa em dia, com troca de contactos e promessas de encontros para breve, só depois poderemos desfrutar sozinhos da sua companhia. E aí, começa a festa…

20100601

o momento

Duas daquelas mãos são minhas e concerto do ano em Portugal já tem data marcada: 8 de Julho.


20100526

primavera countdown


#1 PAVEMENT
27/28 Maio • 01:00

As razões para figurarem neste top: Slanted and Enchanted; Crooked Rain, Crooked Rain; Wowee Zowee; Brighten the Corners; Terror Twilight. Onze anos depois as preces foram ouvidas, como falhar a oportunidade? Mais razões parecem-me desnecessárias.

20100525

primavera countdown


#2 HARLEM
28 Maio • 18:00

As razões para figurarem neste top: Para além de tudo aquilo que já foi dito aqui antes, são os responsáveis pelo disco mais viciante deste ano. Mais razões parecem-me desnecessárias.