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20090602

mad men

“Set in 1960s New York, the sexy, stylized and provocative drama Mad Men follows the lives of the ruthlessly competitive men and women of Madison Avenue advertising, an ego-driven world where key players make an art of the sell.”

A viver ainda na ressaca dos oníricos anos 50 americanos (onde sonhos e pesadelos conviviam de mãos dadas e onde todos aparentavam ser Barbies e Kens que dividiam as suas preocupações entre os mais recentes electrodomésticos e caves anti-mísseis), mas pressentindo já que os pesadelos anunciados se preparavam para finalmente acontecer, as personagens de Mad Men reflectem bem a vertigem de uma época confusa e de extremos. A Guerra Fria sempre presente, com a Rússia ao longe, mas Cuba ali tão perto. O messias Kennedy que surgia e que fazia renascer a esperança de tornar o american dream finalmente real. Mad Men situa-se temporalmente a meio caminho entre o algodão doce e churrascos ao ar livre dos anos 50 e a conturbada década de 60 com Vietnam ao fundo e Woodstock como escape. E tudo isso poderá explicar a sensação de end of times que atravessa todos os episódios daquela que é, muito provavelmente, a melhor série de televisão desde os Sopranos. Sem exageros. Confirmem-no.   

20090528

desafio: melhores séries tv

Desafio lançado pela Ritinha para escolha das melhores séries de televisão de sempre. Fica uma lista daquelas que mais me marcaram.

The Sopranos
Seinfeld
Monty Python's Flying Circus
The Muppet Show
The Office
Fast Show
The Ren and Stimpy Show
Blackadder
The Fast Show
Duarte & Companhia
Deadwood
Mad Men
In Treatment
Genérico do Verão Azul

Algumas terão ficado esquecidas num qualquer recanto da minha memória. Talvez me lembre delas em breve e abra a boca de espanto ao tentar perceber como tal esquecimento foi possível. Outras, que não foram esquecidas, e que me deixaram boas memórias, por uma razão ou por outra, não me apeteceu colocá-las aqui hoje. 
Ofereço o desafio a Kosmiker, Diva, AEnima e... será que a Menina Limão e o Pedro Jordão alinham?

20090203

californication


Passei o último ano afastado de qualquer série. Mas a lista de boas séries que iam surgindo nas televisões, no entanto, aumentava a cada nova conversa entre amigos. Por falta de tempo, ou vontade, o tempo foi passando e acabei por não ver nenhuma delas. Por culpa desse meu afastamento, ainda hoje tenho a última temporada da melhor série de sempre por ver. Qual a melhor série de sempre?! The Sopranos, of course!
Este ano resolvi recuperar tudo aquilo que perdi nesse ano sabático. Para já, optei por não começar com séries de elevado grau de adição. Não me pareceu saúdavel passar repentinamente da abstinência para a overdose. A escolha recaiu sobre Californication e revelou ser a escolha acertada. As aventuras de um escritor que não consegue escrever, mas que vive a cada episódio experiências suficientes para escrever vários livros, enquanto tenta recuperar um amor antigo, sem deixar de vivre sa vie, em episódios que não chegam aos 30 minutos, são ideais para quem não tenha muito tempo livre.
O grau de adição é médio e os episódios curtos cabem bem numa qualquer pausa para um chá, sem existir o perigo de não se conseguir resistir ao visionamento do episódio seguinte logo de imediato. A primeira temporada é bem melhor que a segunda, pois a loucura vai aos poucos perdendo terreno em benefício de um maior aprofundamento das personagens principais. Mas a segunda temporada termina de forma a que tudo seja possível nos episódios que se seguem. O regresso está prometido para finais deste ano.